Veja o que as pessoas do passado usavam para tratar condições médicas graves

13/09/17 às 17h17

É amigos, se formos olhar para trás, em como eram os tratamentos médicos antigos, temos a certeza que vamos dar um "graças a Deus" que a medicina evoluiu e que nós não precisamos passar por coisas cruéis da medicina antiga. Hoje em dia, por exemplo, nós passamos por uma cirurgia e nem sentimos dor, a não ser depois de acordar da anestesia geral, mas antigamente a coisa era bem diferente, e as pessoas sofriam bastante com os tratamentos médicos.

Pensando nisso, nós fomos atrás das coisas que eram um tanto grotescas antigamente, coisas que você realmente não vai acreditar que as pessoas faziam. Então, caros amigos, confiram agora a nossa matéria com o que as pessoas do passado usavam para tratar condições médicas graves:

Mercúrio

10

Usar mercúrio na medicina é uma prática que remonta a Grécia Antiga. Mercúrio era indicado para a pele como tratamento de certas doenças, e em casos mais graves até era ingerido. Surpreendentemente, a maioria das farmácias nos EUA venderam mercúrio não regulamentado para medicina na década de 20. Isso se extendeu até a década de 50, quando foram descobertas intoxicações por mercúrio.

Cocaína

10

A cocaína começou a ser usada como analgésico e cura para tudo que afligisse uma pessoa. Freud mesmo teria prescrito cocaína para seus pacientes, no entanto, logo os médicos perceberam o quanto a substância realmente era viciante.

Terapia com urina

001

Terapia com urina é derivada da antiga medicina indiana, que promovia beber a urina e massagear a pele com urina para tratar picadas, doenças mais leves e até mesmo alguns tipos de câncer. Profissionais acreditavam que a urina filtrada e purificada era o "ouro do sangue", em oposição a um produto residual a partir do corpo. Isso era popular até o século 19, quando as pessoas pararam de fazer esse tipo de tratamento.

Clorofórmio

10

Clorofórmio foi usado pela primeira vez para anestesia em 1831, e tornou-se o anestésico mais popular para cirurgias e parto. Os pacientes cheiravam um pano encharcado de clorofórmio para não sentir as dores de uma cirurgia, logo depois os médicos criaram uma máscara, onde colocava uma dose de clorofórmio para os pacientes permanecerem inconscientes durante toda a cirurgia.

Em teoria, essa prática era ótima, pois antigamente uma cirurgia era literalmente uma tortura, mas a prática trouxe muitas complicações e uma grande taxa de mortalidade. Os médicos pararam de suar clorofórmio em 1950, quando eles descobriram anestésicos mais seguros.

Heroína

dimitri-gif

A heroína começou como um supressor da tosse comercializada pela Bayer Corporation. Logo, a droga foi usada para tratar todos os tipos de problemas respiratórios, mas pouco tempo depois, foi descoberto a morfina. Depois disso a heroína foi rapidamente banida da medicina.

Sanguessugas

002

Agora imaginem a medicina usando animais sugam sangue? As sanguessugas eram uma forma alternativa de sangria que se tornou o método preferido na Europa no século 19. Embora seja muito menos doloroso do que ser cortado por uma faca, as sanguessugas eram completamente ineficaz como medicamento.

Arsênio

2

Primeiramente, vamos esclarecer uma coisa para vocês, arsênio é praticamente um veneno. Ainda assim, isso não impediu que muitas sociedades antigas o usassem como uma forma de tratamento de câncer e outras doenças graves.

Cinto elétrico

003

Embora eletroterapia seja um tratamento médico legítimo, ele foi usado para vender tratamentos falsos como o cinto elétrico ou cadeia Pulvermacher, criado em 1850. O cinto usava uma bateria para descarregar correntes elétricas e estímulos no abdômen, o que foi dito para promover a digestão e tratar a disfunção eréctil. Em meados dos anos 1900, o tratamento era muito popular para a perda de peso entre as mulheres. O cinto foi extinto como tratamento na década de 1950.

E aí amigos, já sabiam que antigamente usavam todas essas coisas na medicina? Comentem!

Mateus Graff
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
COMPARTILHAR INSCREVA-SE

VER COMENTÁRIOS

Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, Clique aqui.