Depois de 20 anos, é assim que estão os primeiros sétuplos sobreviventes do mundo

09/08/18 às 20h09

Ter filho é um sonho. Pelo menos para algumas pessoas. Acontece que cada vez menos pessoas almejam esse sonho, e quando querem, pensam em ter no máximo dois filhos para não ter muito trabalho e despesa. Agora se duas pequenas pessoas já podem dar trabalho, imagine sete?

E não, não estamos falando de casos irreais como a nossa saudosa e eterna grávida, a Grávida de Taubaté. A mamãe em questão aqui é Bobbie McCaughey que, em 1997, deu à luz a sete irmãos gêmeos. Eram quatro meninos e três meninas. O caso ficou conhecido por eles terem sido os primeiros sétuplos a sobreviverem.

Bobbie teve os filhos depois de receber uma fertilização in vitro. Ela foi criticada por querer manter todos os bebês, mas sempre respondia aos críticos "venha para nossa casa e me diga quais quatro eu não deveria ter tido".

Por quase duas décadas a mãe recebeu ajuda de instituições e doações que a ajudaram a cuidar de seus filhos. Ela e o marido, Kenny, já tinham uma outra filha, Mikayla. Os sétuplos Kenny, Kelsey, Natalie, Brandon, Alexis, Nathan e Joel completaram a maioridade em 2015 e cada um seguiu sua vida profissional.

Caminhos

Nathan foi para a Universidade Hannibal-LaGrange, em Missouri, para se tornar um cientista. Natalie, Kelsey e Joel também foram para a mesma universidade que o irmão, mas cada um seguiu sua paixão. Natalie se tornou professora de uma escola primária, Kelsey estudou música e Joel se formou em ciências da computação.

Alexis se formou com honras e foi para a Des Moines Community College para ter uma carreira em educação infantil. Seu irmão, Kenny conseguiu um trabalho de carpinteiro na Des Moines Community College. E Brandon se tornou atirador no Exército dos EUA.

Apesar de serem atração e pauta dos jornais em seus aniversários, os sétuplos levaram uma vida bem normal, mas conheceram algumas pessoas importantes como o ex-presidente George W. Bush.

Hoje Bobbie e Kenny se acostumaram com a casa vazia, mas resolveram vender a enorme residência que moravam antes, já que não era mais necessário aquele tanto de espaço. Em fevereiro desse ano eles encontraram o comprador certo, uma organização que ajuda jovens mulheres a lidar com uma gravidez não planejada. "Nada nos agradaria mais do que a ideia de nosso lar ser usado como um local de refúgio para outros necessitados", disse Bobbie.

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Bruno Dias
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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