7 pessoas comuns que se tornaram diabólicas diante de um perigo

13/09/17 às 16h21

O mundo é marcado por inúmeras histórias, sejam elas de seus próprios habitantes, ou histórias de conflitos que deixaram trágicas consequências por aí. A questão é que o comportamento humano varia muito de pessoa pra pessoa, e pode ser que você tenha instintos totalmente diferentes de um amigo, por exemplo, em determinada ocasião.

Existem no mundo muitas pessoas que ficaram conhecidas por atos heroicos que foram capazes de salvar vidas, já outras, por atos imperdoáveis que levaram milhões à morte. Bom, pensando exatamente no comportamento, separamos 7 casos de pessoas que reagiram de forma quase surreal às situações a que foram submetidas. Confere aí!

1 - Reação ao esfaqueamento

Bom, não é novidade para nós ver casos de esfaqueamento em noticiários, e infelizmente, muitos deles acabam de forma bastante trágica. Acontece que um homem israelense, chamado Yonatan Azarihab, passou exatamente por isso. Enquanto estava em uma loja de vinhos, recolhendo dinheiro pra caridade, ele foi atacado a facadas por um palestino.

O homem que tem cerca de 40 anos, foi esfaqueado por diversas vezes. Quando o agressor desviou sua atenção para o dono do comércio, Azarihab conseguiu se recompor e tirou de seu próprio pescoço, a faca que havia ficado cravada ali. Foi aí que ele se virou contra o palestino e também o esfaqueou, este, que morreu pouco tempo depois com a ajuda da polícia. Azarihab foi socorrido, e conseguiu sobreviver.

2 - Interrompe tiroteio

Noa ano de 1996, depois de uma manhã de estudos, algo bastante anormal acontecia no campus da universidade Hetzel Union Building, nos Estados Unidos. Enquanto Brendon Malovrh estava sentado no gramado, percebeu que barulhos estranhos começavam a eclodir no ambiente, e percebeu uma movimentação fora do normal no campus.

Os estudantes estavam correndo, desesperados, e Malovrh pensou que não passava de um grupo soltando fogos de artifício. Depois de certo tempo, viu que uma estudante havia caído morta depois de ser atingida por uma bala, e foi aí que percebeu o que estava realmente acontecendo.

Viu que havia um movimentação suspeita atrás de arbustos perto de onde estava, curioso, decidiu ver do que se tratava e deu de cara com Jillian Robbins: a mulher responsável pelos disparos. Os dois se assustaram, e ela, que estava com um grande riffle, ao tentar recarregá-lo para atirar em Malovrh, foi surpreendida pelo garoto que conseguiu tirar a arma dela.

Irritada, sacou então uma faca de caça, e tentava incansavelmente acertá-lo, e em uma dessas tentativas, acabou acertando a faca na própria perna. Brendon aproveitou o momento para chamar a polícia e depois voltou até a mulher, usando o próprio cinto como uma espécie de torniquete, estancando o sangue da ferida.

3 - Atrapalha uma fuga

No ano de 2009, a oficial Reeshemah Taylor foi convocada para a Unidade Médica do presídio do Condado de Osceola. Depois de um certo tempo, percebeu que um de seus colegas de trabalho havia sumido, e foi em busca dele. Ao encontrá-lo, viu que estava caído no chão, sem seu uniforme e aí que veio a surpresa: Taylor sentiu algo frio em sua cabeça, e percebeu que se tratava de uma arma. Era um preso que tentava fugir, e tinha como plano passar pelos seguranças de forma mais fácil, com o uniforme do oficial, e utilizaria sua arma para impedir qualquer um que tentasse fugir.

Seu nível de periculosidade era muito grande, já tinha sido julgado e condenado a 3 prisões perpétuas, sem nenhuma chance de sair dali, portanto, aparentemente não tinha nada a perder. Porém, ao se encontrar de frente para a arma que estava apontada para si, a oficial rapidamente avançou nas mãos do criminoso, tirou a arma dele, e o rendeu dando uma joelhada em seu pênis, imobilizando-o no chão, e em seguida conseguiu ainda pedir reforços.

4 - A senhora coragem

No ano de 2013, enquanto Loyau-Kennett de 48 anos, caminhava por uma cidade de Londres, avistou uma pessoa jogada ao chão, e então decidiu ver do que se tratava para tentar ajudar. Acontece que ao chegar perto, reparou que o corpo estava manchado de sangue, e sem a cabeça. Ao olhar para cima, se deparou com dois homens segurando armas e facas cobertas de sangue. O que você faria? Provavelmente começaria a implorar por sua vida, mas não foi o que Kennett fez.

A mulher, que participa de grupos de apoio à sobrevivência de moradores de rua, já era bastante acostumada com situações de desespero. Foi aí que ela começou a conversar com os homens, perguntando o que eles queriam e o que pretendiam fazer. Um deles respondeu que começariam uma guerra naquela noite! Eram radicais islâmicos. Pessoas começaram a se aproximar, curiosos com o que estava acontecendo.

Ela pediu a arma para um deles, que se negou a entregar. Ao questionar o segundo sobre o que iria fazer naquele momento, já que havia muita gente ali e ele não conseguiria muita coisa, ela conseguiu convencê-lo a entregar a arma, e afastou os dois durante um tempo, até que a polícia chegou e acabou os baleando.

5 - Atiradores

No ano de 1966, no centro do campus da Universidade do Texas, alguns homens decidiram subir a torre do relógio que se encontrava ali, e simplesmente disparar contra pessoas que passassem por perto. Durante mais de uma hora, o atirador chamado Charles Whitman, já tinha feito muitas vítimas, incluindo um bebê no útero da mãe. Foram 16 mortos, e mais 30 que ficaram feridos.

Acontece que, depois que a população local ficou sabendo do que estava acontecendo, muitos saíram de casa portando suas armas na intenção de tentar parar Whitman, e tentavam acertá-lo atirando do chão para o alto da torre. Eram desorganizados, e por vezes, quase acabaram atrapalhando a polícia.

Foi quando um homem chamado Crum, de 40 anos, que trabalhava em uma livraria, resolveu ajudar os policiais a invadir a torre e pegar o atirador. Conseguiram e foi um ato glorioso, o único civil que realmente ajudou. Porém, ele quase colocou tudo em risco, ao tentar fazer um disparo de forma errada.

6 - O salvador

Este talvez tenha sido um ato bastante heroico e trágico. Jesús García, morador da cidade de Nacozari, no México, foi surpreendido no ano de 1907 com uma situação assustadora: enquanto descansava do trabalho, percebeu que seu trem havia algumas faíscas que saíam das chaminés dos primeiros pavilhões, o que era bem preocupante, visto que isso poderia acender o feno que se encontrava no topo, e o trem estava transportando nada menos que 70 caixas de detonadores e dinamites, o que poderia causar explosões catastróficas.

O que você faria? Sairia correndo pra tentar se esconder? Bom, García decidiu subir novamente no trem, e mudar seu curso para uma região que fosse pouco habitada. Dizem que a intenção dele era pular quando já estivesse longe o bastante, mas não conseguiu. O trem explodiu e ainda matou outras 13 pessoas. Pode não ter tido um final feliz, mas comparado aos estragos que seriam causados caso a explosão tivesse acontecido no lugar de origem, foi menos devastador. Os governantes acabaram mudando o nome da cidade para Nacozari de García, em sua homenagem.

7 - Padre líder de guerra

Assim como muitos outros irlandeses, Francis Gleeson cresceu pretendendo atuar apenas como mais um padre, mas, ao eclodir a Primeira Guerra Mundial, se viu obrigado a fazer parte do Exército Britânico. Havia se juntado ao sacerdócio no ano de 1912, e foi enviado para a França como capelão (responsável pelos ofícios de uma capela). Fazia missas para todas as pessoas, independente de suas crenças, além de cuidar de mortos e feridos.

Gleeson estava em uma das batalhas, e quando percebeu que todos os oficiais que lutavam contra os alemães estavam mortos, tomou uma decisão difícil: arrancou sua insígnia de capelão (o que era proibido), e decidiu pegar uma arma e liderar o restante dos soldados contra o inimigo. Foi bem sucedido e mais tarde, recebeu reforço. Ao ser questionado sobre os motivos para que eles estivesse liderando o exército, sem ter plena autorização, respondeu que eram apenas motivos de guerra.

E então pessoal, o que acharam? Diz pra gente aí nos comentários!

Isabela Ferreira
EQUIPE FATOS DESCONHECIDOS, BRASIL
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