7 maiores cidades do mundo onde já não é tão caro morar

13/09/17 às 15h17

Morar quase a vida inteira na mesma cidade tem diversos pontos positivos: sabemos onde as lojas estão, conhecemos quase todo mundo (mesmo que seja só de vista) e temos diversas histórias naquele lugar, que provavelmente iremos recordar com nossos filhos, netos... Mas, chega o dia que crescemos e por vários motivos, muitas vezes, precisamos nos mudar, e você não sabe quais cidades você poderá se aventurar.

É assim a vida de muitas pessoas. Podemos até achar que estamos preparados e nos iludir sobre talvez saber o que virá pela frente. Mas, nosso futuro é uma dádiva e pode ser mudado a qualquer instante. Muitas pessoas se mudam para cidades vizinhas, outras para um estado ao lado, e outras simplesmente sonham em morar em um país diferente.

Para a felicidade dessas pessoas, alguns fatores internos e uma queda do preço do petróleo no mundo, acabaram resultando em algumas mudanças significativas na economia global no último ano. Motivos como: alterações na política internacional, mudanças de importação ou exportação ou até mesmo balanços de moeda, fizeram com que alguns lugares no mundo tivessem um custo anual de vida menor, segundo a revista The Economist.

Bom, nós da Fatos Desconhecidos, trouxemos uma lista para nossos leitores com as 7 maiores cidades do mundo onde já não é tão caro morar. E para nossos leitores mais aventureiros que adoram viajar e se aventurar mundo a fora. Trouxemos também 20 lugares que você precisa conhecer antes de morrer.

1 - Londres (Inglaterra)

Com a votação do Brexit [abreviação das palavras em inglês Britain (Grã-Bretanha) e exit (saída)]. Designada a saída do Reino Unido da União Europeia, em 2016, houve um grande impacto negativo imediato no valor da libra em comparação a outras cidades. O prejuízo foi tão grande que até mesmo Londres, que por muitos anos esteve no topo do índice de custos de vida, caiu 18 posições em apenas um ano.

Turistas de todo o mundo tem ido para a cidade tentando fazer negócios com produtos de luxo e outras compras. Devido a força das moedas estrangeiras em relação a libra, o custo dos materiais importados aumentou. Ainda assim, existem diversas formas de se viver de uma maneira acessível, e encontrar bons preços de imóveis está bem menos difícil que antes. Morar no sul e no leste de Londres geralmente é mais barato que no oeste ou no norte.

2 - Pequim (China)

Recentemente, diversas cidades chinesas perderam mais de dez lugares no rankings do índice de custos de vida. Principalmente Pequim, que teve uma queda de 16 posições. Os relatórios chineses não trouxeram nenhuma explicação que poderia nos fazer entender o motivo disso. Algumas fontes levantam a ideia de que isso ocorreu pela queda de exportação chinesa.

Assim como Londres, viver confortavelmente está relacionado de quão longe do centro você está disposto de viver. O aluguel de um de um quarto em Tongzhou, a 22 km a leste do centro, custa 2.500 yuans (R$ 1.190) por mês. O sul e o oeste da metrópole são mais baratos que o norte e o leste.

Mas a melhor escolha para um estrangeiro é achar um quarto um pouco perto do centro por cerca de 4.000 yuan (R$ 1.900), o que você consegue nas partes descoladas da cidade perto de Sanlitun (9 km a nordeste do centro) e Gulou (5 km a norte do centro), diz Om Buffalo, um americano que mora em Pequim.

3 - Lagos (Nigéria)

Considerada uma das maiores cidades da Nigéria. Lagos também perdeu 16 posições no ranking devido a queda do preço do petróleo. Principal matéria prima de exportação do país.

Isso pode ser muito benéfico para empregadores externos. Hashum Zein, embaixador da comunidade de expatriados, InterNations, diz que isso pode acabar criando algumas problemas na segurança, pois já que a inflação da moeda aumentou os preços locais, isso pode elevar os números de roubos e crimes. Mas, como os moradores de lá dizem: um pouco de senso comum faz bem e isso não deveria impedir ninguém de viver ali.

Eu me sinto em casa na Nigéria por causa da atitude das pessoas aqui. Um espírito de garra e resiliência, além de uma disposição para alegrar o outro sempre, não importa o quê, diz Zein.

4 - Cidade do México

Comprada á moedas estrangeiras, a do México vem enfraquecendo, e a inflação fez com que os preços locais aumentassem um pouco, incluindo o preço da passagem de ônibus, e o preço da gasolina que acabou virando motivo de protestos em toda a cidade.

Para aqueles que preferem uma experiência mexicana tradicional em um lugar mais residencial, La Narvarte é uma boa opção. O bairro foi construído nos anos 1940 e ainda tem muita arquitetura original, ruas silenciosas e uma atmosfera familiar, diz Lauren Cocking, uma londrina que escreve um blog sobre viagem no México.

5 - Buenos Aires

Depois de Londres, Buenos Aires foi a cidade que teve a maior queda no índice. Desmoronando 20 posições por motivos econômicos da Argentina.

As pessoas que moram no local já estão acostumados com a variação de preço de produtos. Diz Madi Lang. A economia é sempre muito louca, informa ela. Eles conseguem levar numa boa, contando claro que haja sempre carna para o churrasco.

Os que vão para a cidade com o pensamento de conhecer o "tango" devem viver no bairro central Almagro, a 6 km a oeste do centro.

É o bairro perfeito porque é supercentral. É perto da área descolada e turística de Palermo e tem um excelente acesso ao centro", diz Lang. "Aqui nesta área há bares, restaurantes, milongas (clubes de tango), bares de música ao vivo e vida real de bairro.

6 - Atenas

Cidades

A Grécia não é um pais barato, mas se comprado a outros da Europa o custo de vida é bastante acessível, principalmente na cidade de Atenas. Por lá, é possível comer gastando pouco. Alguns restaurantes costumam oferecer água de graça e muitas vezes ótimas sobremesas por conta da casa. O preço baixo dos aluguéis é um ponto forte da cidade.

7 - Madri

Cidade

O mais aconselhável na hora de procurar uma moradia em Madri, seja encontrar um local com um bom custo benefício. Os apartamentos de Madri não são nada baratos. Procure algo que fique perto do seu trabalho ou faculdade.

As compras do mês, que incluem comida, itens de higiene e produtos de limpeza, custam em torno de 200 euros. A saúde pública é gratuita para praticamente todo mundo. Além disso, a cidade conta com um dos transportes mais baratos do mundo.

E aí, tem interesse de ir para alguma dessas cidades? Comenta aí e não se esqueça de compartilhar com os amigos, lembrando que seu feedback é sempre muito importante.

Via   Viajali     Economia uol  
Imagens VT
Gustavo Camargo
Gustavo Camargo, 18 anos, Goiano, Publicitário, Homão da Porra. Fascinado por League of Legends, Hearthstone, Lúcifer (série) e Literatura.
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